quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Contos de Carnaval: Mineiro na Praia
O mineiro na praia está tentando montar o guarda-sol na areia. Cava daqui, cava dali, faz um buraco mais fundo pro guarda-sol não voar. Está ventando muito! Pronto. O mineiro fala: "Agora o pau do guarda-sol está tão preso que não vai mais voar.". Ótimo! Agora eu quero saber como a gente vai colocar a outra parte do guarda-sol. Mineiro, você enfiou a parte errada do cabo na areia! Essa ponta aí tinha que ficar na areia, cadê o suporte do guarda-sol?? Ai mineiro, só você mesmo. Só te perdôo porque em Minas não tem praia.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Por baixo ou Por cima? Tanto faz, o risco é o mesmo
Todo carioca que trabalha no Centro deve ter passado na Presidente Vargas pelo menos uma vez depois que inventaram a tal obra do metrô. Essa bendita obra tem causado muitos transtornos. Além do trânsito confuso, essa obra está atentando contra a vida de todos que trabalham no prédio dos Correios, Sulamérica e arredores.
Vocês devem se lembrar da passarela antiga, de ferro, pintadinha de azul celeste e com marcas de ferrugem. Ainda tem exemplares dela espalhadas pela Presidente Vargas. Tem na Leopoldina também. Ela já não era grande coisa, balançava quando alguém subia ou descia correndo. Para atravessar a avenida era necessário muita coragem e uma boa dose de adrenalina.
Com a obra a passarela se foi. Retiraram a pobrezinha para construir outra no lugar. Enquanto essa nova não fica pronta, fizeram uma provisória. Já tem séculos que o povo é obrigado a usar essa maldita passarela provisória e nem sinal da passarela nova e definitiva. Nem um parafusinho, nadica de nada.
Ao usar a passarela provisória, nossa vida vira um filme de suspense, ação, terror. Tudo junto e misturado. A passarela é feita de um monte de ferro velho, enferrujado, alguns pedaços estão visivelmente retorcidos. Os degraus são feitos de tábuas de madeira. Elas têm aparência de madeira podre. Mas deve ser somente um efeito. Acho que o governo ou prefeitura jamais fariam uma passarela perigosa, onde atravessam centenas de cariocas.
O que tenho certeza é que essa passarela é assassina. A cada passo que se dá, a cada degrau que se sobre, a passarela toda treme. Parece um terremoto de 7 graus na escala Richter. E quando tem um maluco atrasado que atravessa correndo? Aí se segura, senão o treco cai! Fora as tábuas que parecem estar soltas. Parecem. Deve ser um efeito também. Ou alguma coisa do gênero. Já ouvi dizer que um cara caiu dessa passarela, mas não acreditei. Sinceramente, acho que o governo e a prefeitura jamais seriam capazes de deixar um cidadão se acidentar nessa passarela e ainda encobrir o desastre.
Pra completar, nos últimos tempos a prefeitura inventou de mudar o ponto de ônibus. Antes era colada na escada da passarela. E era ótimo porque só precisava descer do ônibus e atravessar a dita cuja. Agora o ponto fica a 2km de distância da passarela. Agora, para chegar ao trabalho eu tenho duas opções. Ou eu vou por baixo, atravessando que nem louca e desesperada as pistas da Presidente Vargas, correndo o risco de ser atropelada por um motorista mais louco ainda. Ou então vou por cima, volto até a passarela caminhando uns 20 minutos, atravesso a passarela assassina e depois vou andando até o meu trabalho.
Eu nem sei o que recomendar aos meus leitores. O risco de morte é o mesmo. Mas eu tenho alguns macetes. Quando tem bastante gente pra atravessar, eu espero e atravesso junto com o povo. Se é pra morrer, morre um monte de gente de uma vez. Pra dar mais mídia. Imagina a cena, um carro vindo na maior velocidade e atropela um grupo de trabalhadores. Ia parecer jogo de boliche. Strike!!! Agora, quando não tem ninguém esperando pra atravessar a pista, eu respiro fundo e vou de passarela. Segurando o corrimão bem firme. Eu posso até cair, mas levo a passarela junto também.
Vocês devem se lembrar da passarela antiga, de ferro, pintadinha de azul celeste e com marcas de ferrugem. Ainda tem exemplares dela espalhadas pela Presidente Vargas. Tem na Leopoldina também. Ela já não era grande coisa, balançava quando alguém subia ou descia correndo. Para atravessar a avenida era necessário muita coragem e uma boa dose de adrenalina.
Com a obra a passarela se foi. Retiraram a pobrezinha para construir outra no lugar. Enquanto essa nova não fica pronta, fizeram uma provisória. Já tem séculos que o povo é obrigado a usar essa maldita passarela provisória e nem sinal da passarela nova e definitiva. Nem um parafusinho, nadica de nada.
Ao usar a passarela provisória, nossa vida vira um filme de suspense, ação, terror. Tudo junto e misturado. A passarela é feita de um monte de ferro velho, enferrujado, alguns pedaços estão visivelmente retorcidos. Os degraus são feitos de tábuas de madeira. Elas têm aparência de madeira podre. Mas deve ser somente um efeito. Acho que o governo ou prefeitura jamais fariam uma passarela perigosa, onde atravessam centenas de cariocas.
O que tenho certeza é que essa passarela é assassina. A cada passo que se dá, a cada degrau que se sobre, a passarela toda treme. Parece um terremoto de 7 graus na escala Richter. E quando tem um maluco atrasado que atravessa correndo? Aí se segura, senão o treco cai! Fora as tábuas que parecem estar soltas. Parecem. Deve ser um efeito também. Ou alguma coisa do gênero. Já ouvi dizer que um cara caiu dessa passarela, mas não acreditei. Sinceramente, acho que o governo e a prefeitura jamais seriam capazes de deixar um cidadão se acidentar nessa passarela e ainda encobrir o desastre.
Pra completar, nos últimos tempos a prefeitura inventou de mudar o ponto de ônibus. Antes era colada na escada da passarela. E era ótimo porque só precisava descer do ônibus e atravessar a dita cuja. Agora o ponto fica a 2km de distância da passarela. Agora, para chegar ao trabalho eu tenho duas opções. Ou eu vou por baixo, atravessando que nem louca e desesperada as pistas da Presidente Vargas, correndo o risco de ser atropelada por um motorista mais louco ainda. Ou então vou por cima, volto até a passarela caminhando uns 20 minutos, atravesso a passarela assassina e depois vou andando até o meu trabalho.
Eu nem sei o que recomendar aos meus leitores. O risco de morte é o mesmo. Mas eu tenho alguns macetes. Quando tem bastante gente pra atravessar, eu espero e atravesso junto com o povo. Se é pra morrer, morre um monte de gente de uma vez. Pra dar mais mídia. Imagina a cena, um carro vindo na maior velocidade e atropela um grupo de trabalhadores. Ia parecer jogo de boliche. Strike!!! Agora, quando não tem ninguém esperando pra atravessar a pista, eu respiro fundo e vou de passarela. Segurando o corrimão bem firme. Eu posso até cair, mas levo a passarela junto também.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
O Dilema do Cabelo
Cabelo é um assunto muito sério para as mulheres. Homens são seres insensíveis e não entendem isso. Tem gente que passa horas fazendo chapinha, escova comum, escova de chocolate, progressiva, marroquina. Tratamentos que custam rios de dinheiro e dão trabalho para manter. Fora os shampoos e condicionadores. Aqueles que pensam que qualquer produto serve, estão muto enganados. O produto para cabelo deve ser escolhido com muito cuidado, tem que ser adequado ao tipo de cabelo para que ele não seja detonado.
As mulheres de cabelos ondulados querem alisar, as de cabelo liso quer deixar ondulado, loiras querem ficar morenas. Nunca estão satisfeitas com seus próprios cabelos. Bom, eu devo dizer que não ligo muito para a aparência do meu cabelo. Qualquer mulher que me escuta dizer isso quer me esfolar viva. Eu tive a sorte de nascer com o cabelo naturalmente liso, escovado e tratado. Eu nem uso condicionador. Só lavo com shampoo todos os dias. Durmo com ele molhado, às vezes nem penteio, deixo secar ao natural. Sou toda errada em relação ao meu cabelo e, mesmo assim, ele está sempre bonito. O dia que ele resolver fazer uma revolta, estou ferrada. Isso mesmo. Cabelos tem vida própria e tem dias que acordam de mau humor. Isso nunca aconteceu comigo, mas já vi acontecer com o cabelo de amigas. Podem acreditar.
Mas se vocês pensam que nunca passei estresse com meu cabelo estão enganadas. Morro de medo de roubarem. Tinha uma época que estavam roubando cabelo. As pessoas aproveitavam a distração e metiam a tesoura. Aí quando viam, as mulheres estavam carecas. Nessa época eu era toda neurótica e vivia com ele preso de lado, jogado para a frente através dos meus ombros. Assim eu podia ficar vigiando. Vai que, por dinheiro, alguém sequestra meu lindo cabelo sem direito a pedido de resgate? Nem pensar!!
Recentemente vivi outro dilema em relação ao meu cabelo. Eu estava há uns dois anos sem cortar. Estava lindo, enorme e passando da cintura. Mas mamãe vivia dizendo para eu acertar pelo menos as pontas. Então lá fui eu, cortar o cabelo. Gente!!! Vocês sabiam que agora cabelereiro tem nome chique, hair designer? Um luxo só! Voltando ao assunto, expliquei pro meu hair designer como eu queria cortar. Um corte moderno, que deixasse meu cabelo mais leve e que tirasse o volume, afinal, meu cabelo é mega pesado e cheio. Ressaltei, deixei bem claro para ele que não queria mexer muito no comprimento, pois estava adorando meu cabelão glamuroso.
O cara até brincou dizendo que meu cabelo podia cair a vontade que eu sempre teria cabelo. Mas não vou nessa onda não. Vai que um dia meu cabelo se revolta e resolve cair tudinho? Deus me livre!! Acho bom ele continuar quietinho no lugar dele. Bom, depois que eu expliquei o corte, lavei o cabelo com shampoo importado e ele passou condicionador, importado também. Afinal, cabelereiro chique tem que fazer jus ao nome e ter tudo de bom e de melhor.
Eis que me sento na cadeira e ele começa a cortar o cabelo. Corta dali, corta daqui, repica, tira as pontinhas com navalha. Eu estava começando a ficar preocupada. Ele estava cortando demais o meu lindo cabelo, embora tivesse prometido manter o máximo o comprimento. E ele continuava cortando. E eu cada vez mais desesperada. Finalmente a tortura acabou, olho pro chão e vejo um mundo de cabelo. O meu cabelo. Meu lindo cabelo. Sinto uma dor no coração, uma sensação de que parte de mim se foi. Nem tenho coragem de olhar no espelho, com medo de estar careca. E o hair designer insiste, me força a olhar no espelho pra ver a obra de arte dele. Devagarzinho, vou abrindo meus olhinhos, cagando de medo. Olho pro espelhor e... Ai meu Deus!!! Minha nossa... Ficou liiindoooo!! Adoreeeei! Por que não tinha cortado assim antes? E olha como ficou mais leve, mais solto. Deu até um alívio. Nem sinto falta do meu cabelão.
Resumo da ópera: independente de como seja o cabelo das mulheres, é sempre um assunto muito, muito sério. É uma coisa que exige atenção e cuidados. Os cabelos de uma mulher tem vida própria e se revoltam de vez em quando. Tem casos muito sinistros em que os cabelos são revoltados todos os dias, horas, minutos... Por isso mulheres devem escolher produtos adequados a seus tipos de cabelos, senão a revolta é grande!! Já pensou? Rebelião em massa??? Caraca, não quero nem imaginar... E jamais se arrisquem entregando suas madeixas a um hair designer qualquer. O cara tem que ser muito bom, senão o resultado pode ser catastrófico. E pra se recuperar disso leva tempo. Muiiiitooo tempo.
As mulheres de cabelos ondulados querem alisar, as de cabelo liso quer deixar ondulado, loiras querem ficar morenas. Nunca estão satisfeitas com seus próprios cabelos. Bom, eu devo dizer que não ligo muito para a aparência do meu cabelo. Qualquer mulher que me escuta dizer isso quer me esfolar viva. Eu tive a sorte de nascer com o cabelo naturalmente liso, escovado e tratado. Eu nem uso condicionador. Só lavo com shampoo todos os dias. Durmo com ele molhado, às vezes nem penteio, deixo secar ao natural. Sou toda errada em relação ao meu cabelo e, mesmo assim, ele está sempre bonito. O dia que ele resolver fazer uma revolta, estou ferrada. Isso mesmo. Cabelos tem vida própria e tem dias que acordam de mau humor. Isso nunca aconteceu comigo, mas já vi acontecer com o cabelo de amigas. Podem acreditar.
Mas se vocês pensam que nunca passei estresse com meu cabelo estão enganadas. Morro de medo de roubarem. Tinha uma época que estavam roubando cabelo. As pessoas aproveitavam a distração e metiam a tesoura. Aí quando viam, as mulheres estavam carecas. Nessa época eu era toda neurótica e vivia com ele preso de lado, jogado para a frente através dos meus ombros. Assim eu podia ficar vigiando. Vai que, por dinheiro, alguém sequestra meu lindo cabelo sem direito a pedido de resgate? Nem pensar!!
Recentemente vivi outro dilema em relação ao meu cabelo. Eu estava há uns dois anos sem cortar. Estava lindo, enorme e passando da cintura. Mas mamãe vivia dizendo para eu acertar pelo menos as pontas. Então lá fui eu, cortar o cabelo. Gente!!! Vocês sabiam que agora cabelereiro tem nome chique, hair designer? Um luxo só! Voltando ao assunto, expliquei pro meu hair designer como eu queria cortar. Um corte moderno, que deixasse meu cabelo mais leve e que tirasse o volume, afinal, meu cabelo é mega pesado e cheio. Ressaltei, deixei bem claro para ele que não queria mexer muito no comprimento, pois estava adorando meu cabelão glamuroso.
O cara até brincou dizendo que meu cabelo podia cair a vontade que eu sempre teria cabelo. Mas não vou nessa onda não. Vai que um dia meu cabelo se revolta e resolve cair tudinho? Deus me livre!! Acho bom ele continuar quietinho no lugar dele. Bom, depois que eu expliquei o corte, lavei o cabelo com shampoo importado e ele passou condicionador, importado também. Afinal, cabelereiro chique tem que fazer jus ao nome e ter tudo de bom e de melhor.
Eis que me sento na cadeira e ele começa a cortar o cabelo. Corta dali, corta daqui, repica, tira as pontinhas com navalha. Eu estava começando a ficar preocupada. Ele estava cortando demais o meu lindo cabelo, embora tivesse prometido manter o máximo o comprimento. E ele continuava cortando. E eu cada vez mais desesperada. Finalmente a tortura acabou, olho pro chão e vejo um mundo de cabelo. O meu cabelo. Meu lindo cabelo. Sinto uma dor no coração, uma sensação de que parte de mim se foi. Nem tenho coragem de olhar no espelho, com medo de estar careca. E o hair designer insiste, me força a olhar no espelho pra ver a obra de arte dele. Devagarzinho, vou abrindo meus olhinhos, cagando de medo. Olho pro espelhor e... Ai meu Deus!!! Minha nossa... Ficou liiindoooo!! Adoreeeei! Por que não tinha cortado assim antes? E olha como ficou mais leve, mais solto. Deu até um alívio. Nem sinto falta do meu cabelão.
Resumo da ópera: independente de como seja o cabelo das mulheres, é sempre um assunto muito, muito sério. É uma coisa que exige atenção e cuidados. Os cabelos de uma mulher tem vida própria e se revoltam de vez em quando. Tem casos muito sinistros em que os cabelos são revoltados todos os dias, horas, minutos... Por isso mulheres devem escolher produtos adequados a seus tipos de cabelos, senão a revolta é grande!! Já pensou? Rebelião em massa??? Caraca, não quero nem imaginar... E jamais se arrisquem entregando suas madeixas a um hair designer qualquer. O cara tem que ser muito bom, senão o resultado pode ser catastrófico. E pra se recuperar disso leva tempo. Muiiiitooo tempo.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Gerenciando Mudanças nas Organizações
O que é mais importante? A empresa por si só ou os funcionários que a compõem? Pergunta difícil, não? Os conceitos de empresa e funcionário sofreram uma série de modificações ao longo do tempo. Na época da Revolução Industrial tinha o taylorismo e o fordismo, os conceitos de que tempo é dinheiro. Os empresários visavam a produção, o rendimento e os lucros, em detrimentos de seus empregados. O tempo foi passando e esse conceito foi evoluindo. Correntes humanistas foram surgindo e começaram a despontar preocupações com o bem-estar dos funcionários.
A pergunta que fica no ar é: "Essa preocupação aparece somente na teoria ou é observada na prática também?". O conceito pode ter evoluído, mas, infelizmente, no dia-a-dia ainda vemos empregados serem explorados. Os poderosos empresários, sedentos de lucro e poder, esquecem que são os funcionários que fazem o motor da empresa girar. Esse motor não funciona sozinho. E o mesmo se repete na hora de realizar grandes transformações empresariais.
O mundo globalizado e cada vez mais competitivo exige que as empresas mudem constantemente para manter sua sobrevivência e seu posicionamento no mercado. A transformação deve ser um fator constante dentro das organizações. No entanto, os poderosos vivem reclamando que as tentativas de mudanças são sempre mal sucedidas. E eles ainda se questionam qual seria o motivo. Não seria porque todos se preocupam com processos, tecnologia, estratégias e se esquecem do principal elemento da organização? De nada adianta processos otimizados, tecnologias de ponta, estratégias atuais, se os funcionários da empresa não estão preparados para suportar essas coisas novas. Definitivamente, o que falta evoluir agora é a mente dos grandes empresários.
Inspirada nessa onda, elaborei um trabalho de conclusão de curso em Gestão de Pessoas entitulado "PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA GERENCIAMENTO DE MUDANÇAS COM FOCO NO ASPECTO HUMANO DAS ORGANIZAÇÕES". Quem desejar saber mais sobre o assunto pode acessar o trabalho através do link: https://sites.google.com/site/coisasdasnossasvidas/tcc/TCC_vfinal.pdf?attredirects=0&d=1
A pergunta que fica no ar é: "Essa preocupação aparece somente na teoria ou é observada na prática também?". O conceito pode ter evoluído, mas, infelizmente, no dia-a-dia ainda vemos empregados serem explorados. Os poderosos empresários, sedentos de lucro e poder, esquecem que são os funcionários que fazem o motor da empresa girar. Esse motor não funciona sozinho. E o mesmo se repete na hora de realizar grandes transformações empresariais.
O mundo globalizado e cada vez mais competitivo exige que as empresas mudem constantemente para manter sua sobrevivência e seu posicionamento no mercado. A transformação deve ser um fator constante dentro das organizações. No entanto, os poderosos vivem reclamando que as tentativas de mudanças são sempre mal sucedidas. E eles ainda se questionam qual seria o motivo. Não seria porque todos se preocupam com processos, tecnologia, estratégias e se esquecem do principal elemento da organização? De nada adianta processos otimizados, tecnologias de ponta, estratégias atuais, se os funcionários da empresa não estão preparados para suportar essas coisas novas. Definitivamente, o que falta evoluir agora é a mente dos grandes empresários.
Inspirada nessa onda, elaborei um trabalho de conclusão de curso em Gestão de Pessoas entitulado "PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA GERENCIAMENTO DE MUDANÇAS COM FOCO NO ASPECTO HUMANO DAS ORGANIZAÇÕES". Quem desejar saber mais sobre o assunto pode acessar o trabalho através do link: https://sites.google.com/site/coisasdasnossasvidas/tcc/TCC_vfinal.pdf?attredirects=0&d=1
Marcadores:
liderança,
mudanças,
organizações,
pessoas
Assinar:
Postagens (Atom)