Dia desses recebi um e-mail engraçadíssimo sobre mineiros que me fez lembrar de um episódio que vivi no Natal retrasado. Vocês devem estar se perguntando o que teria a ver a história do mineiro com o título "A galinha e o milho". Não tem problema. Eu explico. Vamos começar por partes, igual a esquartejador. Ai Deus, essa expressão também me lembra o episódio do Natal... Mas deixa pra lá.
Era ceia de Natal, um dos pratos que mamãe preparou foi uma ave da Sadia, aquela Fiesta. Como a gente não curte muito o tempero, mamãe lava bem a galinha e tempera de novo com sal, bastante alho e pimenta. Feito o molho, mamãe assa a ave com batatinhas no forno. Rango pronta, mesa arrumada, nos sentamos para ceiarmos juntos. Mamãe reparte o frango (ah! daí vem a lembrança do esquartejador) e vem aquela briga pra quem vai ficar com a coxa e a sobre-coxa. Ninguém quer o peito e o pescoço. Por que será?
Eu gosto muito do rabinho do frango. É macio e tem uma gordurinha que eu adoro! Como sempre, além de uma coxa ou sobrecoxa, pego o rabinho. Quando estou pronta para atacá-lo, eis que me deparo com uma coisa esquisita. Um milho bem no meu rabinho de frango. Daí eu pergunto: "Mamãe, você colocou milho no frango?". Aí, mamãe responde: "Ficou doida, é claro que não!!". Daí, saem alguns pequenos questionamentos:
1) Se a receita não levava milho, como é que ele apareceu bem no rabinho do frango? Será que foi mágica?
2) Vamos supor que a Sadia use milho no tempero do frango. É pouco provavel, mas melhor pensar assim. Se mamãe lavou bem a ave, como é que o milho continuava lá? Definitivamente o tempero deve ter penetrado bem na carne do frango.
3) Depois de imaginar mil coisas, vocês acham que eu comi o rabinho? Por pouco não como nem a sobrecoxa que eu tinha pego pra complementar!
4) Advinha qual o comentário que papai fez? "Depois de assado, todos os vermes e micróbios estão mortos, então não tem problema nenhum!". ECA!!!
5) E o que essa história tem a ver com o e-amil do mineiro? Vocês só vão entender se conseguirem ler o texto que recebi. Segue abaixo.
"Oi procê. Qui locura!
Sapassado, era sessetembro, taveu na cuzinha tomano uma pimcumel e cuzinhano um kidicarne com mastumate pra fazê
uma macarronada com galinhassada.
Quascai de susto quando ouvi um barui vino de dendo forno pareceno um tidi guerra. A receita mando pô midipipoca denda galinha prássa. O forno isquentô, i ucú da galinha isprudiu!
Nossinhora! fiquei branqui nem um li di leiti.
Foi um trem doidi mais. Quascai dendapia! Fiquei sensabê doncovim, oncotô, poncovô. Grazadeus ninguém maxucô."
quarta-feira, 31 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
Confusões de uma Dieta-Maníaca – Como tudo começou
Olá. Podem me chamar de dieta-maníaca. Sou uma garota que vive permanentemente de dieta. Sofro muito com o sobrepeso, efeito sanfona, excesso de banha, celulite e todas essas outras coisas asquerosas que só aparecem para atrapalhar nosso corpo.
Dia desses decidi escrever um blog para contar sobre meus problemas nessa luta diária de emagrecer, além de postar dicas de dieta, exercícios e truques. Acho que seria uma forma de extravasar tudo o que sinto ao travar a batalha contra a balança. Pensei, pensei... Isso mesmo, gente, eu penso!!! Acabei decidindo não criar o blog. Eu já tenho um, então, resolvi aproveitar o espaço dele e criar uma série para falar de perda de peso, mantendo a saúde em alta. Assim, nasceu a série de historinhas intitulada ”Confusões de uma Dieta-Maníaca”.
Quem me conhece atualmente, acha que sou magra. Mas não é bem assim... Eu estou dentro da minha faixa de peso normal e aparentemente sou magra. Aparentemente. Mas, como todo mundo sabe, as aparências enganam... E muito!!! Eu de roupa fico ótima! Mas se vocês forem me olhar de biquíni... Senhor apaga a luz, porque senão vocês podem se assustar com o tamanho da pancinha.
Mas eu já fui muito mais gorda que isso. Quer dizer, já fui gorda. Hoje em dia não sou mais, sou apenas pançudinha. Bom, relembrando o passado, eu nunca fui modelo de magreza. Mas quando eu era mais nova, eu era magra. O tempo foi passando, e eu, engordando. Ganhando peso. Aí eu inventava uma dieta maluca e emagrecia um pouco. Mas aí passava o efeito da dieta e voltava a engordar de novo. E a novela do efeito sanfona não tinha fim.
Teve época em que enfiava o pé na jaca. Ou melhor, derrubava uma jaqueira inteira!! Eu vivia no lema: “Faça da jaca sua pantufa”. E eu fazia isso com vontade, muita vontade. Comia feito uma louca e desesperada, como se toda a comida do mundo fosse acabar no dia seguinte. E assim, eu viva no Mc Donald’s, rodízio de carne, pizza e massa. Teve um dia que almocei num restaurante italiano chamado Tarantino. Saí de lá e fui parar direto em outro restaurante, o Gula Gula, mas para comer uma torta mousse de chocolate, derretida e com sorvete de sobremesa. Nossa, só de escrever me deu água na boca. Huuummm!
O auge da minha gordice foi quando viajei pros EUA e logo depois emendei uns dias na Europa. Nos EUA, a comida era ruim, só tinha fast-food e como eu detestava a comida eu pulava direto pra sobremesa. E assim, eu atacava as tortas e doces que tinham disponíveis. Mas não acabou por aí. Na França fui crepe de Nutella todos os dias, isso quando não tinha dia que eu comia dois crepes. Isso mesmo, dois crepes de nutella!! Após a França foi a vez da Espanha e lá, paelha e frutos do mar eram as vedetes do meu cardápio. E ainda tinha uma tal de crema catalana, que mais parecia um creme brulee com canela. Aí já viu né? E pra completar a minha orgia gastronômica, fui a Itália e me entupi de massas, pães e sorvete. Caraca!! Tinha dias que eu tomava 2 sorvetes!!
E tudo isso me custou muito caro. Fiquei gorda feito um bujão de gás. Cheguei a 61kg. O quê? Você acha pouco?? Pode ser pra vocês que tem mais de 1,54m. Eu sou baixinha e uma baixinha com 60kg fica parecendo um bujãozinho. Usando vestido então fica parecendo aqueles bujões com capinha rendada dos tempos da vovó. Ninguém merece! E desde então venho travando uma luta diária contra a gordura. E nesse vai-e-vem de banha, eu quase entrei em depressão, mas graças a Deus saí dessa. Eu me sentia mal, por ser gorda, me achava horrorosa, literalmente uma baleia assassina. Mas eu recebi muita oração da mamãe, que me dava a maior força nessas horas.
E assim, hoje em dia, eu vivo muito bem. Ainda não estou satisfeita com o meu corpo, mas estou brigando para deixá-lo do jeito que eu quero. Todo mundo quer perder peso. Eu não!! Quem perde, pode acabar achando de novo. Eu quero eliminar, trucidar, liquidar, detonar essa gordura que insiste em ficar em mim. Sai daqui que esse corpinho não te pertence!!
Dia desses decidi escrever um blog para contar sobre meus problemas nessa luta diária de emagrecer, além de postar dicas de dieta, exercícios e truques. Acho que seria uma forma de extravasar tudo o que sinto ao travar a batalha contra a balança. Pensei, pensei... Isso mesmo, gente, eu penso!!! Acabei decidindo não criar o blog. Eu já tenho um, então, resolvi aproveitar o espaço dele e criar uma série para falar de perda de peso, mantendo a saúde em alta. Assim, nasceu a série de historinhas intitulada ”Confusões de uma Dieta-Maníaca”.
Quem me conhece atualmente, acha que sou magra. Mas não é bem assim... Eu estou dentro da minha faixa de peso normal e aparentemente sou magra. Aparentemente. Mas, como todo mundo sabe, as aparências enganam... E muito!!! Eu de roupa fico ótima! Mas se vocês forem me olhar de biquíni... Senhor apaga a luz, porque senão vocês podem se assustar com o tamanho da pancinha.
Mas eu já fui muito mais gorda que isso. Quer dizer, já fui gorda. Hoje em dia não sou mais, sou apenas pançudinha. Bom, relembrando o passado, eu nunca fui modelo de magreza. Mas quando eu era mais nova, eu era magra. O tempo foi passando, e eu, engordando. Ganhando peso. Aí eu inventava uma dieta maluca e emagrecia um pouco. Mas aí passava o efeito da dieta e voltava a engordar de novo. E a novela do efeito sanfona não tinha fim.
Teve época em que enfiava o pé na jaca. Ou melhor, derrubava uma jaqueira inteira!! Eu vivia no lema: “Faça da jaca sua pantufa”. E eu fazia isso com vontade, muita vontade. Comia feito uma louca e desesperada, como se toda a comida do mundo fosse acabar no dia seguinte. E assim, eu viva no Mc Donald’s, rodízio de carne, pizza e massa. Teve um dia que almocei num restaurante italiano chamado Tarantino. Saí de lá e fui parar direto em outro restaurante, o Gula Gula, mas para comer uma torta mousse de chocolate, derretida e com sorvete de sobremesa. Nossa, só de escrever me deu água na boca. Huuummm!
O auge da minha gordice foi quando viajei pros EUA e logo depois emendei uns dias na Europa. Nos EUA, a comida era ruim, só tinha fast-food e como eu detestava a comida eu pulava direto pra sobremesa. E assim, eu atacava as tortas e doces que tinham disponíveis. Mas não acabou por aí. Na França fui crepe de Nutella todos os dias, isso quando não tinha dia que eu comia dois crepes. Isso mesmo, dois crepes de nutella!! Após a França foi a vez da Espanha e lá, paelha e frutos do mar eram as vedetes do meu cardápio. E ainda tinha uma tal de crema catalana, que mais parecia um creme brulee com canela. Aí já viu né? E pra completar a minha orgia gastronômica, fui a Itália e me entupi de massas, pães e sorvete. Caraca!! Tinha dias que eu tomava 2 sorvetes!!
E tudo isso me custou muito caro. Fiquei gorda feito um bujão de gás. Cheguei a 61kg. O quê? Você acha pouco?? Pode ser pra vocês que tem mais de 1,54m. Eu sou baixinha e uma baixinha com 60kg fica parecendo um bujãozinho. Usando vestido então fica parecendo aqueles bujões com capinha rendada dos tempos da vovó. Ninguém merece! E desde então venho travando uma luta diária contra a gordura. E nesse vai-e-vem de banha, eu quase entrei em depressão, mas graças a Deus saí dessa. Eu me sentia mal, por ser gorda, me achava horrorosa, literalmente uma baleia assassina. Mas eu recebi muita oração da mamãe, que me dava a maior força nessas horas.
E assim, hoje em dia, eu vivo muito bem. Ainda não estou satisfeita com o meu corpo, mas estou brigando para deixá-lo do jeito que eu quero. Todo mundo quer perder peso. Eu não!! Quem perde, pode acabar achando de novo. Eu quero eliminar, trucidar, liquidar, detonar essa gordura que insiste em ficar em mim. Sai daqui que esse corpinho não te pertence!!
domingo, 7 de março de 2010
Contos de Carnaval: Mineiro na Folia
Mineiro na folia, se divertindo pacas. Fomos a um bloco de rua. Peço para o mineiro tirar umas fotos da bandinha. Da bandinha. O mineiro vai. Demora. Caraca, era pra tirar só umas duas ou três fotos. Parece que está fazendo um book de Carnaval. Finalmente ele retorna, todo orgulhoso, dizendo: "Olha, sou ou não sou um excelente fotógrafo?". Vejo as fotos que ele tirou. Jesus apaga a luz!! Ele tentou tirar fotos da mulher de bumbum de fora. Mineiro, eu pedi para tirar fotos da bandinha e não dessa pasista fajuta. E o pior, que nem foto dela você conseguiu tirar direito. Em quase todas as fotos uma baranga que estava arrumando a fantasia da passista saiu na frente.
Assinar:
Postagens (Atom)
