segunda-feira, 25 de maio de 2009

O Caso Do Waffle Ainda não Acabou

A historia do waffles rendeu pano pra manga! Eu e minha amiga conseguimos fugir do velhinho carente de atenção. Mas os waffles ainda continuaram me perseguindo. Após passar um final de semana em Chicago, nos dirigimos para o centro de treinamento na cidade de Saint Charles. Chegando lá, percebi que os waffles não me deixariam em paz! Comi waffles todos os 10 dias que passei naquele lugar. Impressionante, não?

Em todos os meus “breakfasts” o waffles era o prato principal. Lógico que tinha os acompanhamentos: frutinhas, suquinho, iogurte, pão com lingüiça e/ou ovos mechidos. Mas os waffles sempre estavam na minha bandeja. E era sempre a mesma história. Toda vez que eu sentava à mesa, junto com um americano, e este me via passando manteiga ou cream cheese no meu waffle, a pessoa reclamava, dizia que eu estava cometendo um crime. Diziam que isso não era certo, que eu devia comer os waffles com geléia ou mel. E eu respondia que gostava de comer com manteiga e eles olhavam para mim como se eu fosse um alienígena. Mas eu nem ligava. O waffle era meu, quem estava ingerindo o waffle era eu, quem estava sentindo o gosto do waffle com manteiga era eu. Então, que se danem!

Teve um belo dia que sentei a mesa com um brasileiro engraçado. Muito engraçado. Começamos uma discussão de como se pronunciava waffle. Cada um deu uma opinião diferente. O brasileiro figurinha achava que era “uofus”. Aí um cara rebateu dizendo que isso parecia latido de cachorro. E com razão. No final, ninguém entrou num consenso. Era mais fácil ter perguntado para um americano, afinal, tinha um monte por lá.

Tenho postado no meu blog somente textos com alguma lição. Quem achou que esses posts saíram do padrão, se enganou. Esses textos guardam uma lição muito importante: nunca comam waffles com manteiga na frente de um americano, a menos que você queira ser taxada de maluca ou então ser perseguida por um velhinho carente oferecendo potes de geléia de uvas silvestres.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

O Caso Do Waffle

Essa semana fui a um happy hour com minhas queridas amigas, que me fez lembrar de um episódio muito curioso. Um não, vários! E todos estranhamente envolvendo um prato tipicamente norte-americano, servido nos cafés da manhã, e que eu adoro: waffles.

Tudo começou quando desembarquei em Chicago com uma amiga, depois de quase 10 horas de vôo. Ainda era de madrugada, umas cinco da matina e estávamos doidas para chegar ao hotel e descansar. Chegando lá, fizemos o check-in, tiramos uma sonequinha e descemos para comer alguma coisa. Mesa do café da manhã repleto de coisas gostosas, eis que avisto uma coisa que me surpreendeu: uma máquina de fazer waffles! Não pensei nem duas vezes e fui direto para lá.

Chegando à máquina, li as instruções em inglês, parecia simples. Era só colocar uma camadinha fina da massa, fechar a máquina, virar a chapa e esperar cerca de três minutos, até o sinal tocar, indicando que a iguaria está pronta. Mas tinha uma pessoa na minha frente. Paciência, eu queria muito comer os tais waffles, então, o jeito era aguardar. Enquanto isso, fui pegar outras coisas. Um pãozinho, frutinhas, suquinho. Combinei de dividir os waffles com minha amiga. Já tinha passado uns 20 minutos e nada da mulher sair da máquina. Era de se esperar, com aquele tamanho todo! Mas eu não me agüentei, resolvi ir lá e perguntei para a mulher americana se estava tudo bem. Ela me respondeu que a máquina parecia estar com defeito, pois estava há um tempão e o waffle não ficava pronto!! Aí rebati, e questionei se ela tinha lido as instruções direito, se ela tinha virado a chapa e, óbvio, ela me respondeu negativamente. Pronto! O problema estava resolvido! Finalmente consegui preparar nossos waffles.

Quando volto à mesa, eis que avisto um velhinho sentado, batendo altos papos com minha amiga. Com tanto lugar vazio para ele sentar, ele foi escolher justamente a nossa mesa! Mas o problema não parou por aí. Quando fomos deliciar nossos waffles, íamos passar manteiga neles, mas o velhinho simplesmente nos proibiu de fazer isso. Exatamente, proibiu. Disse que waffles serviam apenas para comer com coisas doces, então ele decidiu nos oferecer geléias de uvas silvestres da fazenda dele. Ninguém merece, não é?

E não bastava ele dizer como íamos comer os nossos waffles, o velhinhos estava carente, coitado, abriu o MacBook dele e começou a mostrar fotos da fazenda dele... Um tédio. A gente tentando escapar, querendo sair do hotel para passear, mas ao mesmo tempo com pena dele. Que situação! Finalmente, conseguimos nos livrar dele. Ou pelo menos era o que a gente imaginava. Quando subimos para o nosso quarto, descobrimos que o velhinho estava no mesmo andar. E ele ficou insistindo, pedindo o endereço da gente, pois ele queria mandar mais geléia de uva para gente. Vê se pode? Que doido! Só que somos espertas e conseguimos “dar a volta nele”. Fugimos do hotel e fomos passear por Chicago, já arquitetando planos para escapar dele. Que confusão! E tudo começou por causa de um waffle!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Bienvenue à Paris


Você gostaria de fazer uma viagem incrível pela famosa Cidade da Luz? Eu adoraria fazer um tour por Paris, ou melhor, me perder na capital francesa, que é, sem sombra de dúvidas e sem exageros, uma das mais fantásticas cidades do mundo. Só de pisar em Paris, dá para sentir o clima romântico e vibrante, que nos inebria.

A elegância das pessoas, o requinte dos cafés, restaurantes e outras lojas são ingredientes importantes na composição dessa esfera envolvente. Outra característica marcante dessa cidade encantadora é a riqueza de sua arquitetura. É impossível não se sentir maravilhado com suas construções imponentes: casas, prédios, museus, pontes, praças... Basta fechar os olhos e parece que você foi transportado para outra época, outro mundo. A cada canto da cidade, dá vontade de parar para ficar admirando o visual e registrar as belas paisagens que Paris nos oferece. Tanta beleza serve de inspiração para qualquer pessoa, tanto que Paris é berço de grandes artistas como Claude Monet, Victor Hugo, René Descartes, Edith Piaf, além de ter acolhido vários artistas estrangeiros como Van Gogh, Leonardo da Vinci e Pablo Picasso.

Ao visitar Paris, não se pode deixar de fazer um passeio interessante e encantador, que compreende uma caminhada incrível do Arco do Triunfo até o Louvre. Primeira parada: Praça Charles de Gaulle. Ao chegar lá, não deixe de admirar a beleza e o simbolismo dos detalhes do Arco do Triunfo, construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte. Depois disso, desça a Champs-Élysées, uma das maiores e mais belas avenidas da cidade. É repleta de cinemas, cafés e lojas de artigos de luxo. Não deixe de admirar e sentir a atmosfera de uma das mais famosas avenidas da Europa.

Ao final da Champs-Élysées, você encontra a Praça da Concórdia. Observe a riqueza dos monumentos da praça: a fonte Jacques Hittorff, o obelisco egípicio de Luxor, as luminárias e as estátuas. Da praça da Concórdia, temos uma visão privilegiada de outro ponto turístico que não se pode deixar de visitar: a fantástica Igreja da Madeleine. Depois de visitar a praça, experimente dar uma volta na roda-gigante e contemplar a vista aérea da Cidade da Luz. Ao descer do brinquedo, siga pelo Jardim das Tulherias, parque situado à margem direita do rio Sena. Ao caminhar pelo Jardim, confira as estátuas, árvores e flores que enfeitam esse maravilhoso cenário. Sinta a atmosfera que circunda o parque. Você ficará encantado com os parisienses aproveitando e curtindo um dia tranqüilo, cercados por belíssimas paisagens.

Ao final das Tulherias, já dá para ver o complexo do Louvre. Uma combinação inusitada e contrastante de uma pirâmide de vidro moderna e um castelo antigo, fonte de polêmicas entre arquitetos e moradores de Paris. Não deixe de conferir a arquitetura dessa construção incrível. O Palácio do Louvre abriga um museu, onde se pode admirar a Mona Lisa, enormes coleções de artefatos das mais diversas civilizações, e obras-primas de grandes artistas da Europa como Ticiano, Rembrandt, Michelangelo, Goya e Rubens, numa das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas.

Apenas nesse passeio, você consegue conferir alguns dos principais pontos turísticos de Paris, palcos de grandes marcos históricos. E isso é só uma amostra de tudo o que Paris pode oferecer a nós. Você vai se sentir transportado para um mundo de sonhos e fantasias quando estiver em Paris. Deixe-se levar por essa atmosfera vibrante. Aproveite cada minuto nessa cidade fantástica. Você não vai se arrepender!

domingo, 10 de maio de 2009

A Melhor Mãe do Mundo

Quando eu tiver um filho, quero ser a melhor mãe do mundo. Quero encher meu filho de amor e carinho. Alimentá-lo quando tiver fome, aquecê-lo quando sentir frio. Quero senti-lo em meus braços num abraço bem apertado. Quero passar noites em claro, velando seu sono. Quero ouvir suas primeiras palavrinhas, ver os primeiros passinhos. Quero brincar com ele, para que não se sinta só.

Quero vê-lo crescer forte e saudável. Tornar-se a criança mais adorada. Quero ajudar com as lições de casa. Contar historinhas para ele dormir. Quero abraçar e acalmá-lo quando tiver um pesadelo. Quero ver seus primeiros desenhos. Sorrir quando ele desenhar um coração. Chorar de emoção quando ele disser: "Eu te amo mamãe!". Quero cuidar dele quando estiver doentinho, desejando estar no lugar dele para que não sofresse.

Quero vê-lo crescer com honestidade e dignidade. Quero vê-lo sair pela primeira vez sozinho. Vou ficar com o coração na mão, morrer de preocupação. Mas vou me manter firme. Afinal, os filhos crescem. Mas vou sempre vê-lo como o meu filhinho. Sei que vamos brigar, ele vai me chamar de "quadrada". Vou ficar chateada. Mas no final das contas vamos nos entender, porque apesar de termos pensamentos diferentes, ele vai ser sempre meu filho amado.

Quando eu tiver um filho, sei que vou conhecer o amor incondicional. Será uma grande responsabilidade, mas não terei medo. Vou querer dar a minha vida por ele. Quando eu tiver um filho, quero ser a melhor mãe do mundo. Pode soar estranho dizer isso, mas quando eu tiver um filho, quero ser simplesmente igual a minha mãe.