Essa semana fui a um happy hour com minhas queridas amigas, que me fez lembrar de um episódio muito curioso. Um não, vários! E todos estranhamente envolvendo um prato tipicamente norte-americano, servido nos cafés da manhã, e que eu adoro: waffles.
Tudo começou quando desembarquei em Chicago com uma amiga, depois de quase 10 horas de vôo. Ainda era de madrugada, umas cinco da matina e estávamos doidas para chegar ao hotel e descansar. Chegando lá, fizemos o check-in, tiramos uma sonequinha e descemos para comer alguma coisa. Mesa do café da manhã repleto de coisas gostosas, eis que avisto uma coisa que me surpreendeu: uma máquina de fazer waffles! Não pensei nem duas vezes e fui direto para lá.
Chegando à máquina, li as instruções em inglês, parecia simples. Era só colocar uma camadinha fina da massa, fechar a máquina, virar a chapa e esperar cerca de três minutos, até o sinal tocar, indicando que a iguaria está pronta. Mas tinha uma pessoa na minha frente. Paciência, eu queria muito comer os tais waffles, então, o jeito era aguardar. Enquanto isso, fui pegar outras coisas. Um pãozinho, frutinhas, suquinho. Combinei de dividir os waffles com minha amiga. Já tinha passado uns 20 minutos e nada da mulher sair da máquina. Era de se esperar, com aquele tamanho todo! Mas eu não me agüentei, resolvi ir lá e perguntei para a mulher americana se estava tudo bem. Ela me respondeu que a máquina parecia estar com defeito, pois estava há um tempão e o waffle não ficava pronto!! Aí rebati, e questionei se ela tinha lido as instruções direito, se ela tinha virado a chapa e, óbvio, ela me respondeu negativamente. Pronto! O problema estava resolvido! Finalmente consegui preparar nossos waffles.
Quando volto à mesa, eis que avisto um velhinho sentado, batendo altos papos com minha amiga. Com tanto lugar vazio para ele sentar, ele foi escolher justamente a nossa mesa! Mas o problema não parou por aí. Quando fomos deliciar nossos waffles, íamos passar manteiga neles, mas o velhinho simplesmente nos proibiu de fazer isso. Exatamente, proibiu. Disse que waffles serviam apenas para comer com coisas doces, então ele decidiu nos oferecer geléias de uvas silvestres da fazenda dele. Ninguém merece, não é?
E não bastava ele dizer como íamos comer os nossos waffles, o velhinhos estava carente, coitado, abriu o MacBook dele e começou a mostrar fotos da fazenda dele... Um tédio. A gente tentando escapar, querendo sair do hotel para passear, mas ao mesmo tempo com pena dele. Que situação! Finalmente, conseguimos nos livrar dele. Ou pelo menos era o que a gente imaginava. Quando subimos para o nosso quarto, descobrimos que o velhinho estava no mesmo andar. E ele ficou insistindo, pedindo o endereço da gente, pois ele queria mandar mais geléia de uva para gente. Vê se pode? Que doido! Só que somos espertas e conseguimos “dar a volta nele”. Fugimos do hotel e fomos passear por Chicago, já arquitetando planos para escapar dele. Que confusão! E tudo começou por causa de um waffle!
Tudo começou quando desembarquei em Chicago com uma amiga, depois de quase 10 horas de vôo. Ainda era de madrugada, umas cinco da matina e estávamos doidas para chegar ao hotel e descansar. Chegando lá, fizemos o check-in, tiramos uma sonequinha e descemos para comer alguma coisa. Mesa do café da manhã repleto de coisas gostosas, eis que avisto uma coisa que me surpreendeu: uma máquina de fazer waffles! Não pensei nem duas vezes e fui direto para lá.
Chegando à máquina, li as instruções em inglês, parecia simples. Era só colocar uma camadinha fina da massa, fechar a máquina, virar a chapa e esperar cerca de três minutos, até o sinal tocar, indicando que a iguaria está pronta. Mas tinha uma pessoa na minha frente. Paciência, eu queria muito comer os tais waffles, então, o jeito era aguardar. Enquanto isso, fui pegar outras coisas. Um pãozinho, frutinhas, suquinho. Combinei de dividir os waffles com minha amiga. Já tinha passado uns 20 minutos e nada da mulher sair da máquina. Era de se esperar, com aquele tamanho todo! Mas eu não me agüentei, resolvi ir lá e perguntei para a mulher americana se estava tudo bem. Ela me respondeu que a máquina parecia estar com defeito, pois estava há um tempão e o waffle não ficava pronto!! Aí rebati, e questionei se ela tinha lido as instruções direito, se ela tinha virado a chapa e, óbvio, ela me respondeu negativamente. Pronto! O problema estava resolvido! Finalmente consegui preparar nossos waffles.
Quando volto à mesa, eis que avisto um velhinho sentado, batendo altos papos com minha amiga. Com tanto lugar vazio para ele sentar, ele foi escolher justamente a nossa mesa! Mas o problema não parou por aí. Quando fomos deliciar nossos waffles, íamos passar manteiga neles, mas o velhinho simplesmente nos proibiu de fazer isso. Exatamente, proibiu. Disse que waffles serviam apenas para comer com coisas doces, então ele decidiu nos oferecer geléias de uvas silvestres da fazenda dele. Ninguém merece, não é?
E não bastava ele dizer como íamos comer os nossos waffles, o velhinhos estava carente, coitado, abriu o MacBook dele e começou a mostrar fotos da fazenda dele... Um tédio. A gente tentando escapar, querendo sair do hotel para passear, mas ao mesmo tempo com pena dele. Que situação! Finalmente, conseguimos nos livrar dele. Ou pelo menos era o que a gente imaginava. Quando subimos para o nosso quarto, descobrimos que o velhinho estava no mesmo andar. E ele ficou insistindo, pedindo o endereço da gente, pois ele queria mandar mais geléia de uva para gente. Vê se pode? Que doido! Só que somos espertas e conseguimos “dar a volta nele”. Fugimos do hotel e fomos passear por Chicago, já arquitetando planos para escapar dele. Que confusão! E tudo começou por causa de um waffle!
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