sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Quando o talento não basta

Como fazer para trilhar um caminho de sucesso? Será que o talento é suficiente? Será que é preciso ter sorte? Muitos se perguntam qual é a receita para se dar bem na vida. Antes de qualquer coisa, deve-se ter muita determinação. Independente do nível de seu talento, se você é determinado, com certeza será um grande profissional. Caso contrário, você poderá se deparar com uma frustração, mesmo que apresente muito talento para um determinado assunto.

A vontade de vencer, ou melhor, a vontade de se preparar para vencer é um fator complementar e indispensável ao talento. Devemos apostar no esforço e na perseverança, na disciplina e na obstinação. Como dizia Thomas Edison, o mago da lâmpada, “O gênio é 1% de inspiração e 99% de transpiração”.

E se, mesmo com talento e muita obstinação, nós sofrermos uma derrota? Vamos abaixar a cabeça e desistir? Claro que não! Devemos seguir em frente, tentar entender os motivos e assumir responsabilidades. A maior tristeza jamais será a derrota, mas não termos a oportunidade de tentar novamente.

Além dos eventuais fracassos, nós também temos que estar atentos às armadilhas que o próprio sucesso pode criar para nós. Essa traiçoeira armadilha é um buraco em que podemos cair quando achamos que somos insuperáveis e acabamos nos afastando da essência do sucesso – a preparação.

Portanto, ao trilhar um caminho em direção ao sucesso, somente o talento não basta. É preciso ter obstinação e consciência de que não devemos nos deixar levar pelas grandes alegrias nem nos abater pelas grandes frustrações. Afinal, a superação se traduz na humildade de aprender com o passado, não se conformar com o presente e desafiar o futuro, trabalhando arduamente, não para ser melhor que os outros, mas para ser melhor do que já fomos.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Vamos tomar um CHA?

Em um mundo globalizado, com recursos tecnológicos cada vez mais avançados, as empresas travam uma batalha diária e acirrada para sustentarem a competitividade. Para isso, é preciso que a organização mantenha seu posicionamento no mercado, até que a mesma possa superá-lo.

As estratégias elaboradas para o alcance dos objetivos da empresa servem como base para a determinação das competências organizacionais. Trata-se de atributos que fornecem vantagem competitiva à organização, geram valor para os clientes e são difíceis de ser imitados pelos concorrentes.

Dentro das empresas, são as pessoas que movimentam a roda de conhecimentos. Há um processo intenso e contínuo de troca de competências entre os funcionários e a organização. A organização acaba absorvendo as competências de seus colaboradores que, por sua vez, absorvem competências da empresa e de seus colegas.

É através dessa dinâmica que as competências humanas são formadas. As competências humanas são combinações sinérgicas de CHA – Conhecimentos, Habilidades e Atitudes – que cada indivíduo apresenta ao executar uma tarefa. O conhecimento corresponde às informações acumuladas pelas pessoas ao longo da vida. A habilidade expressa a aplicação produtiva desse conhecimento. E a atitude está relacionada ao sentimento da pessoa, que determina sua conduta em relação aos outros, ao trabalho ou a situações.

Seis anos de dedicação a uma faculdade de Medicina serão jogados fora, se a pessoa não souber o que fazer na hora de operar um paciente ou até mesmo prescrever uma simples medicação para enjôos. Estes anos terão sido em vão, se a pessoa também não tiver vontade e não se sentir motivada a trabalhar como médico. Portanto, conhecimentos, habilidades e atitudes são elementos que se completam e são fundamentais para se manter no topo do mercado em um universo altamente competitivo. Então? Vamos tomar um CHA?

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Sentimentos Suicidas

Há milhares de anos atrás, um Grande Homem ensinou que as pessoas deveriam evitar sentimentos ruins, como a raiva e o rancor. É possível que Ele tenha razão. Afinal, mesmo depois de ser crucificado, Jesus Cristo vem conquistando bilhões de seguidores ao longo da História. Além disso, dois dos maiores dias santos deste país, Natal e Páscoa, são baseados em eventos da vida Dele e o nosso calendário conta os anos a partir de Seu nascimento, há mais de dois mil anos.

Mesmo os mais céticos devem ficar atentos a este ensinamento. Estudos e experiências nos mostram que a raiva e o rancor podem ocasionar impactos significativos sobre as funções cardíacas dos seres humanos, principalmente aqueles que já possuem doenças cardiovasculares. Na Faculdade de Medicina de Stanford, por exemplo, pesquisadores verificaram que, à medida que pacientes cardiopatas narravam fatos que os haviam aborrecido, a eficácia do bombeamento do coração caía cerca de 5%. Resultados semelhantes foram alcançados na Universidade de Yale. Mais de 1500 pacientes foram submetidos a testes e foi constatado que a raiva duplicava o risco de paradas cardíacas em pessoas que já haviam sofrido de problemas no coração.

Se Deus realmente criou o homem, Ele foi muito sábio em fazer a máquina humana responder negativamente a sentimentos ruins. E mesmo que você não acredite em Jesus Cristo, não se pode negar que Ele estava coberto de razão quando pregava o amor no lugar de sentimentos suicidas, como a raiva e o rancor.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A verdadeira face do sucesso

Você gostaria de conhecer o verdadeiro sucesso? Se realizarmos esta indagação a qualquer um na rua, com certeza a resposta será afirmativa. Muitos acreditam que sucesso é questão de sorte. Aqueles que não se consideram bem sucedidos, vivem em busca daquilo que mais almejam. Procuram livros de auto-ajuda e se espelham em pessoas que se tornaram ícones no mundo dos negócios.

Desde pequenos, nossa sociedade nos força a acreditar que uma pessoa de sucesso é aquela que alcançou status, dinheiro e poder. O mundo em que vivemos doutrina que apenas uma minoria se dá bem na vida. Na empresa em que trabalhamos, por exemplo, todos admiram os diretores, que possuem os carros mais caros, mansões, fazem diversas viagens ao exterior. Enquanto isso, os funcionários, que nem chegaram ao posto de gerentes, são vistos como fracassados.

Afinal, qual é a verdadeira face do sucesso? Muitos diriam que o sucesso fechou os olhos para um casal de agricultores que vivem com dificuldade. Não somos capazes de enxergar que tais pessoas, mesmo passando necessidades, conseguem educar e dar estudo para seus filhos. Esses indivíduos são simples, mas lutam para realizar seus objetivos na vida, e não apenas para deixar os outros impressionados. E existem milhares de pessoas assim. Basta observar a nossa volta e veremos a empregada doméstica que conseguiu dar estudos para o filho, o menino de rua que largou as drogas e está cursando pedagogia, o trocador de ônibus que finalmente conseguiu quitar a última parcela da casa própria, o ex-favelado que se tornou um grande jogador de futebol.

Essa gente não segue nenhuma receita. Muitos sequer ouviram falar dos gurus do mundo empresarial. A maioria enfrenta obstáculos e sofre com preconceitos por causa do nível social ou da raça. E são esses guerreiros que são contemplados com o prêmio de conhecer a verdadeira face do sucesso. Eles enfrentam as incertezas da vida, armados de coragem e força de vontade. Não se deixam abater com qualquer tropeço. Levantam a cabeça e continuam na batalha até que seu projeto de vida tenha se concretizado. Não tem medo de errar e jamais desistem de seus sonhos. Sabem que, para ser bem sucedido, não precisam chegar à presidência de uma empresa. Tem a perfeita noção de que status, dinheiro e poder são apenas algumas das conseqüências de uma vida verdadeiramente bem sucedida.