Após minha estadia em Chicago, fui a Paris. Se vocês acharam que eu tinha parado no waffle... Enganaram-se redondamente! Como meus amigos queridos sabem, sou uma formiguinha. Formiguinha não! Formigona! Adoro um doce. E vocês já viram formigas fugir de doce?
Em Paris, eu jurei que ia maneirar na comida. Como a grana era curta, vivia comendo sanduba. Mc Donald’s direto! Afinal, uma promoção saía por cinco euros. No começo, eu ficava fazendo a conversão do euro pro real. Poxa, cinco euros são quase quinze reais! Que refeição mais cara! Mas era melhor nem pensar nisso. E vocês não vão nem acreditar. Na primeira oportunidade que meus amigos e eu fomos almoçar algo diferente de Mc Donald’s, eu fui tão esperta, que pedi hambúrguer com fritas! Mas o hambúrguer tinha cara daqueles feito em casa, tinha saladinha de tomate com alface. E as fritas pareciam com as da minha mãe. Então não foi tão ruim assim.
O mais curioso é que a cada esquina de Paris tem um quiosque vendendo crepe. E o crepe mais consumido é o de nutella. Aliás, os franceses têm uma fissura em nutella que nunca vi. É nutella no café da manhã, de sobremesa, no lanche. Nem preciso dizer que eu comia nutella com pão todos os dias no café da manhã. E toda vez que eu voltava pro hotel tinha que comprar um desses crepes de nutella. Fora os dias que eu comia mais de um crepe! Só de lembrar me dá água na boca!
Outra coisa bastante comum em Paris é uma coisa chamada kebab. Na verdade, esse treco foi trazido pelos árabes. É um pedaço enorme de carne gordurenta que fica girando numa máquina enquanto ela vai cozinhando e a gordura fica pingando. Ressalto que a carne fica exposta a vírus e bactérias. Tudo bem que as impurezas são francesas, pode não ser tão ruim quanto a imundície do Brasil, mas com certeza é mais chique. Sinceramente, não tive coragem de comer. Mas quem quiser se aventurar, não vai gastar muito. É bem baratinho e tem em todo lugar. A única coisa que tenho a dizer é: boa sorte na empreitada!
Em Paris, eu jurei que ia maneirar na comida. Como a grana era curta, vivia comendo sanduba. Mc Donald’s direto! Afinal, uma promoção saía por cinco euros. No começo, eu ficava fazendo a conversão do euro pro real. Poxa, cinco euros são quase quinze reais! Que refeição mais cara! Mas era melhor nem pensar nisso. E vocês não vão nem acreditar. Na primeira oportunidade que meus amigos e eu fomos almoçar algo diferente de Mc Donald’s, eu fui tão esperta, que pedi hambúrguer com fritas! Mas o hambúrguer tinha cara daqueles feito em casa, tinha saladinha de tomate com alface. E as fritas pareciam com as da minha mãe. Então não foi tão ruim assim.
O mais curioso é que a cada esquina de Paris tem um quiosque vendendo crepe. E o crepe mais consumido é o de nutella. Aliás, os franceses têm uma fissura em nutella que nunca vi. É nutella no café da manhã, de sobremesa, no lanche. Nem preciso dizer que eu comia nutella com pão todos os dias no café da manhã. E toda vez que eu voltava pro hotel tinha que comprar um desses crepes de nutella. Fora os dias que eu comia mais de um crepe! Só de lembrar me dá água na boca!
Outra coisa bastante comum em Paris é uma coisa chamada kebab. Na verdade, esse treco foi trazido pelos árabes. É um pedaço enorme de carne gordurenta que fica girando numa máquina enquanto ela vai cozinhando e a gordura fica pingando. Ressalto que a carne fica exposta a vírus e bactérias. Tudo bem que as impurezas são francesas, pode não ser tão ruim quanto a imundície do Brasil, mas com certeza é mais chique. Sinceramente, não tive coragem de comer. Mas quem quiser se aventurar, não vai gastar muito. É bem baratinho e tem em todo lugar. A única coisa que tenho a dizer é: boa sorte na empreitada!
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