Que destino terão as organizações do século XXI? Nos dias de hoje, só descobrimos nosso destino ao trilhar os caminhos. Podemos ter como certo apenas de uma coisa: nosso mundo é cheio de incertezas.
As organizações estão em busca de suas identidades. Em um mundo globalizado e altamente competitivo, as empresas procuram refúgio nas inovações tecnológicas e na ciência. A ciência gera descobertas, responde a alguns questionamentos, corrige erros. Mas abre espaço para mais dúvidas.
E como ficam as pessoas nesse contexto? Elas também enfrentam uma guerra para conquistar e manter seu lugar no mercado. As pessoas deveriam ser o maior ativo das organizações. Então, por que há tanto desemprego? As pessoas, quando deixam suas empresas, levam consigo conhecimentos, memórias, habilidades. Tais perdas não são contabilizadas e, portanto, não são consideradas pelos dirigentes em decisões tomadas de forma racional. Se as coisas continuarem como estão, não teremos apenas o fim do emprego, mas também das próprias organizações, que ficarão sem seus clientes e sem credibilidade diante da sociedade.
Não dá para continuar neste mundo, onde a competitividade se tornou uma obssessão. Um meio onde uns devem perder para outros ganharem. A globalização não deve representar o início do fim dos tempos para as pessoas. Os avanços tecnológicos estão trazendo um novo tempo para as empresas, onde os homens estão deixando o palco para darem lugar às máquinas. No passado, tentou-se transformar homens em máquinas, é óbvio que o contrário também não dará certo. As máquinas podem parecer mais inteligentes e precisas, podem produzir mais e melhor, mas não possuem o conhecimento e não são capazes de criar, muito menos de ter emoções e sentimentos.
As próprias pessoas estão criando um grande abismo entre cultura e tecnologia. Não seria a hora de parar e refletir, revendo nossos conceitos? Cultura é sabedoria e somos expectadores do nascimento da Era do Saber. Devemos estar atentos para que o saber não se torne um muro entre os que o detém e os que o usam. Antes de voltarmos nossos olhares para o sucesso das organizações, devemos prestar atenção no principal elemento que as compõem - as pessoas. É preciso investir na educação e cultura das pessoas, tornando-as capazes de respeitar os outros, as diferenças e o mundo, antes de pensar em produzir, consumir e desperdiçar. E quem deve se responsabilizar por isso somos nós, pessoas. E também as organizações.
As organizações estão em busca de suas identidades. Em um mundo globalizado e altamente competitivo, as empresas procuram refúgio nas inovações tecnológicas e na ciência. A ciência gera descobertas, responde a alguns questionamentos, corrige erros. Mas abre espaço para mais dúvidas.
E como ficam as pessoas nesse contexto? Elas também enfrentam uma guerra para conquistar e manter seu lugar no mercado. As pessoas deveriam ser o maior ativo das organizações. Então, por que há tanto desemprego? As pessoas, quando deixam suas empresas, levam consigo conhecimentos, memórias, habilidades. Tais perdas não são contabilizadas e, portanto, não são consideradas pelos dirigentes em decisões tomadas de forma racional. Se as coisas continuarem como estão, não teremos apenas o fim do emprego, mas também das próprias organizações, que ficarão sem seus clientes e sem credibilidade diante da sociedade.
Não dá para continuar neste mundo, onde a competitividade se tornou uma obssessão. Um meio onde uns devem perder para outros ganharem. A globalização não deve representar o início do fim dos tempos para as pessoas. Os avanços tecnológicos estão trazendo um novo tempo para as empresas, onde os homens estão deixando o palco para darem lugar às máquinas. No passado, tentou-se transformar homens em máquinas, é óbvio que o contrário também não dará certo. As máquinas podem parecer mais inteligentes e precisas, podem produzir mais e melhor, mas não possuem o conhecimento e não são capazes de criar, muito menos de ter emoções e sentimentos.
As próprias pessoas estão criando um grande abismo entre cultura e tecnologia. Não seria a hora de parar e refletir, revendo nossos conceitos? Cultura é sabedoria e somos expectadores do nascimento da Era do Saber. Devemos estar atentos para que o saber não se torne um muro entre os que o detém e os que o usam. Antes de voltarmos nossos olhares para o sucesso das organizações, devemos prestar atenção no principal elemento que as compõem - as pessoas. É preciso investir na educação e cultura das pessoas, tornando-as capazes de respeitar os outros, as diferenças e o mundo, antes de pensar em produzir, consumir e desperdiçar. E quem deve se responsabilizar por isso somos nós, pessoas. E também as organizações.
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