O que vem a sua mente quando falamos em Qualidade de Vida? Ser saudável? Ter uma vida sem stress? Bem estar físico e mental? O fato é que a Qualidade de Vida é extremamente importante, depende de diversos fatores e pode variar de uma pessoa para outra. Envolve as dimensões física, intelectual, emocional, profissional, espiritual e social. Estas dimensões facilitam o desenvolvimento da qualidade de vida, na qual o indivíduo deve buscar o equilíbrio e uma inter-relação harmoniosa dos vários aspectos do ser humano.
No mundo dos negócios, a Qualidade de Vida é um tema novo e vem sendo muito discutido. Práticas inadequadas no trabalho impactam negativamente a saúde física e emocional dos funcionários e, consequentemente, acabam afetando as organizações. A grande maioria das empresas classificadas entre as melhores para se trabalhar transformaram o ambiente de trabalho e a saúde emocional e física de seus colaboradores em vantagem competitiva. Percebe-se claramente que tais organizações têm consciência de que quanto maior a satisfação dos profissionais, mais retorno terão em produtividade.
Muitas empresas adotam programas específicos, voltados para a Qualidade de Vida. Estes programas têm o objetivo de estimular e apoiar seus funcionários a adotarem hábitos e estilos de vida saudáveis e que contribuam para seu bem estar, conscientizando sobre como a saúde está diretamente relacionada à qualidade e produtividade no trabalho. Além dos projetos específicos, é importante considerar outras ações com o objetivo de melhorar a Qualidade de Vida, como, por exemplo, plano de carreira estruturado, capacitação e desenvolvimento do pessoal, remuneração, benefícios, socialização, sustentabilidade e responsabilidade social.
Através dessas medidas, as empresas conseguem bons resultados. Entre eles, podemos citar o aumento da produtividade, aumento da motivação e satisfação dos profissionais, melhorias na imagem corporativa, redução do índice de absenteísmo, redução das taxas de enfermidade, redução em letargia e fadiga, redução de do índice de turn-over e melhorias no clima organizacional.
As empresas podem e devem investir na qualidade de vida de seus colaboradores, mas nós, funcionários, não podemos ficar presos apenas às políticas adotadas por elas. Segundo o psiquiatra Carl Jung, se o mundo não está bem, deve ter algo de errado comigo e sou eu quem deve tomar uma atitude. Portanto, é preciso termos mais atenção às dimensões que compõem a qualidade de vida, para o nosso próprio bem estar e para o bem da empresa em que trabalhamos. Devemos ter como objetivo viver uma vida vibrante e feliz, na qual utilizamos o máximo que possuímos, com grande prazer. É exatamente isso que dá qualidade às nossas vidas.
No mundo dos negócios, a Qualidade de Vida é um tema novo e vem sendo muito discutido. Práticas inadequadas no trabalho impactam negativamente a saúde física e emocional dos funcionários e, consequentemente, acabam afetando as organizações. A grande maioria das empresas classificadas entre as melhores para se trabalhar transformaram o ambiente de trabalho e a saúde emocional e física de seus colaboradores em vantagem competitiva. Percebe-se claramente que tais organizações têm consciência de que quanto maior a satisfação dos profissionais, mais retorno terão em produtividade.
Muitas empresas adotam programas específicos, voltados para a Qualidade de Vida. Estes programas têm o objetivo de estimular e apoiar seus funcionários a adotarem hábitos e estilos de vida saudáveis e que contribuam para seu bem estar, conscientizando sobre como a saúde está diretamente relacionada à qualidade e produtividade no trabalho. Além dos projetos específicos, é importante considerar outras ações com o objetivo de melhorar a Qualidade de Vida, como, por exemplo, plano de carreira estruturado, capacitação e desenvolvimento do pessoal, remuneração, benefícios, socialização, sustentabilidade e responsabilidade social.
Através dessas medidas, as empresas conseguem bons resultados. Entre eles, podemos citar o aumento da produtividade, aumento da motivação e satisfação dos profissionais, melhorias na imagem corporativa, redução do índice de absenteísmo, redução das taxas de enfermidade, redução em letargia e fadiga, redução de do índice de turn-over e melhorias no clima organizacional.
As empresas podem e devem investir na qualidade de vida de seus colaboradores, mas nós, funcionários, não podemos ficar presos apenas às políticas adotadas por elas. Segundo o psiquiatra Carl Jung, se o mundo não está bem, deve ter algo de errado comigo e sou eu quem deve tomar uma atitude. Portanto, é preciso termos mais atenção às dimensões que compõem a qualidade de vida, para o nosso próprio bem estar e para o bem da empresa em que trabalhamos. Devemos ter como objetivo viver uma vida vibrante e feliz, na qual utilizamos o máximo que possuímos, com grande prazer. É exatamente isso que dá qualidade às nossas vidas.
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XP
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